São Paulo em Fotos
7 pontos icônicos com fotos reais, horários ideais e dicas de quem conhece
7 pontos icônicos com fotos reais, horários ideais e dicas de quem conhece
São Paulo não é um destino óbvio para fotógrafos — mas surpreende quem chega com os olhos abertos. A maior metrópole da América do Sul tem grafites que rivalizam com os melhores do mundo, arquitetura modernista única, mercados vibrantes e um skyline que se estende até o horizonte. Aqui estão os 7 melhores locais para fotografar SP.
A cidade tem luz urbana intensa e contrastada — o equipamento certo faz diferença:
O maior skyline da América do Sul se revela do alto do Terraço Itália, no 41º andar do Edifício Itália. Centenas de arranha-céus se estendem até onde a vista alcança — uma das paisagens urbanas mais impressionantes do continente. Ao entardecer, a transição da luz natural para as luzes artificiais da cidade cria um espetáculo de cores que dura cerca de 40 minutos.
O acesso exige consumação mínima no restaurante ou bar do terraço (~R$45), mas vale muito. Alternativamente, o Mirante do Pátio do Colégio (gratuito) e o Edifício Copan (R$25) oferecem vistas igualmente impressionantes do centro.
A Avenida Paulista é o símbolo mais reconhecido de São Paulo — 2,8km de concentração de poder financeiro, cultural e social. Aqui ficam o MASP, o SESC Paulista, a Fiesp, grandes bancos e o Centro Cultural Banco do Brasil. É onde São Paulo pulsa, protesta, se diverte e trabalha.
Aos domingos, a Paulista fecha para carros e se transforma no maior parque linear da cidade. Ciclistas, skatistas, músicos de rua, artistas e famílias inteiras ocupam a avenida num espetáculo de vida urbana brasileira que rende fotos incríveis a cada esquina.
O Ibirapuera é o parque urbano mais importante do Brasil — 158 hectares projetados por Oscar Niemeyer no coração da cidade. A icônica marquise ondulada conecta os principais pavilhões e é uma das obras mais fotografadas da arquitetura modernista brasileira. O lago artificial ao centro reflete as estruturas criando composições simétricas únicas.
Nas manhãs de fim de semana, o parque se enche de paulistanos fazendo exercícios, mas de segunda a sexta bem cedo você encontra a marquise de Niemeyer praticamente vazia com a névoa da manhã ao fundo — uma das imagens mais belas de São Paulo.
O Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, projetado por Lina Bo Bardi em 1968, é uma das construções mais revolucionárias da arquitetura brasileira. O museu parece flutuar sobre a Paulista suspenso por dois gigantescos pilares vermelhos — o vão livre embaixo é o maior espaço público coberto de SP, frequentemente usado para feiras e eventos culturais gratuitos.
À noite, a iluminação especial transforma o MASP em um cubo de luz sobre a avenida — uma das imagens mais contemporâneas de São Paulo. O interior guarda obras de Botticelli, Rembrandt, Van Gogh e os maiores artistas brasileiros.
O Mercado Municipal de São Paulo — carinhosamente chamado de Mercadão — é um dos edifícios mais bonitos do centro histórico. Os 72 vitrais em arco que contam a história da agricultura paulista filtram a luz da manhã de forma espetacular, criando raios coloridos sobre as bancas de frutas exóticas, especiarias e produtos de todo o Brasil.
Mais de 300 bancas vendem de tudo: bacalhau, parmesão enorme, frutas tropicais raras, cogumelos importados e o famoso sanduíche de mortadela que todo paulistano precisa comer pelo menos uma vez na vida. O ambiente é barulhento, colorido e deliciosamente caótico.
O Beco do Batman em Vila Madalena é o maior museu a céu aberto de arte urbana da América Latina. Artistas de todo o Brasil e do mundo pintam e repintam as paredes deste beco constantemente — cada visita é uma exposição nova. Os grafites cobrem cada centímetro das paredes em camadas de histórias visuais que revelam a efervescência criativa de São Paulo.
Vila Madalena é também o bairro mais boêmio e criativo da cidade — galerias de arte, livrarias independentes, bares temáticos, restaurantes criativos e o ambiente jovem mais característico de SP. Perfeito para uma tarde inteira de exploração.
A Liberdade abriga a maior colônia japonesa fora do Japão — 1,5 milhão de descendentes vivem no estado de SP. O bairro é um portal para a cultura asiática no coração do Brasil: lanternas vermelhas, letreiros em kanji, lojas de produtos importados do Japão, Korea e China, restaurantes autênticos e uma hospitalidade única.
Aos domingos, a Feira da Liberdade toma a Praça da Liberdade com dezenas de barracas de culinária asiática — sushi, takoyaki, yakisoba, dim sum, bubble tea e doces japoneses. O contraste entre a feira de comida asiática e os ônibus paulistanos ao fundo é uma imagem que resume bem a diversidade de SP.
A chuva tropical de SP pode aparecer do nada. Proteja câmera e eletrônicos: